Catando Inquietudes...

domingo, 28 de novembro de 2010

Comida fashion de ativistas

Domingo, três da tarde. Um sol de rachar. Centro de São Paulo. Meu humor estava longe de ser agradável. Parecia que eu estava a caminho da forca e não do Fashion Mob. Drama. Sei. Minha autoestima não parava de cutucar meu pensamento. O que eu estava fazendo ali? Já não bastasse meu espelho, eu realmente precisava ver aquelas modelos de perto e ter certeza de que estou longe de qualquer nível de beleza?

Tá. Confesso que a situação logo mudou. Não vou nem mentir, mas quando vi que aquelas meninas, mulheres e afins não eram assim tããããão bonitas (e que havia até algumas moças mais “fofinhas” desfilando), eu tive um up e arrumei energia, de não sei onde, e consegui esquecer completamente de mim. Só me preocupava em tirar fotos. Só queria conquistar o ângulo mais legal. Minha presença poderia até ser notada pelas outras pessoas, mas por mim, tinha passado totalmente despercebida.

Clicks e mais clicks tirados, estava na hora de ir embora. Eu já estava morta. Não conseguia nem raciocinar direito. Enquanto eu esperava meus amigos aparecerem, me vi de um lado de um grupo de mulheres e homem de vermelho que seguravam bandeiras com algo escrito. Algo que, àquela altura do campeonato, eu não conseguia nem ler. Eu tava realmente cansada. Eis que a curiosidade falou mais alto.

– Licença, vocês são o quê?

– Somos ativistas. STOP CRUELTY. Estamos fazendo um manifesto contra o uso de peles na moda.

– Ahh.... – interessante. Mas eu estava cansada demais para interagir e continuar a conversa, muito menos para entrar num debate. Acho que a moça percebeu.

– Entra no nosso site. Lá tem mais coisas sobre nós. – disse, me entregando um folhetinho. – Estamos colhendo assinaturas, se você quiser participar...

– Claro! – Eu resolvi assinar porque, realmente, não sou a favor do uso de pele de animais, mas não reparei na mudança de postura daquela moça, que até então parecia bem simpática.

– Você é contra isso, não é? – me perguntou, enquanto eu lutava para lembrar o número do meu RG.

– Contra o quê? – eu não conseguia nem raciocinar direito e me concentrar no papel e aquela mulher vinha me torrar a paciência com perguntas.

– Contra a matança de animais para uso da pele...

– Ah, claro! Sim, sou contra! – eu continuava tentando terminar de preencher a tal ficha.

– Você sabe de onde vem a madrepérola? – perguntou, agora já bem perto de mim e com os olhos fixos na minha orelha.

Oi? Como é que é? Mas eu não tava nem com pérola! De onde ela tirou isso? Eu não conseguia nem lembrar meu RG e aquela criatura queria saber de onde vinha a madrepérola? Faça me o favor! Não. Eu realmente não conseguia pensar, naquele momento, de onde vinha a bendita madrepérola.

Foi então que me liguei. Ela estava falando do meu brinco. Meu brinco era de madrepérola. Mas eu nem sabia disso quando o comprei. Comprei porque achei bonitinho, não porque ele era feito disso ou daquilo.

– Ah, não! Por favor, não começa! Não implica com o meu brinco!

A outra moça, que tirava foto da minha cara de besta que assinava um manifesto contra um crime que eu mesma estava ajudando a cometer (com o meu brinco), deu risada e falou para amiga deixar de ser cruel, que não precisava pegar pesado comigo.

Eu não conseguia mesmo me lembrar do meu RG, e depois da pressão sofrida “na minha orelha”, a coisa tava ainda pior.

– Relaxa, você não vai ser presa por usar madrepérola. O que é uma pena.

Totalmente sem graça, lembrei o número. Terminei de assinar, entreguei a ficha pra mulher e saí dali o mais rápido possível.

Fala sério, só comigo acontece essas coisas. Achei meus amigos e fui pro metrô. Meu trabalho ali já estava done e antes que eu pagasse mais mico, resolvi voltar pra casa mesmo.



Ah, se quiserem, confiram as fotos do evento. Foi demais!


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Tortura gelada

Tá, eu amo tostar no sol, me sujar de areia e ficar salgada da água de mar. Mas confesso, tô sentindo uma falta mais maior de grande da minha neve. Quero neve! Quero frio! Quero -30 graus! Quero fazer boneco de neve! Quero afundar no manto branco a cada passo que der! Quero meus pés tocando a neve gelada, congelando, enquanto coloco um sorriso no rosto e fingo naturalidade diante de uma câmera!Quero atolar o carro e soar [mesmo no frio] de tanta raiva e esforço físico pra fazer aquela coisa se mover! Quero Natal com neve!!!!!!

Se não bastasse a chuva de lembranças [dos momentos gelados em que passei na neve] que dominaram minha mente logo após eu colocar o último enfeite na árvore de Natal, entro no facebook para me atualizar sobre o que rolou no fim de semana e eis que tenho uma surpresa na minha wall:



"Here's a shot this morning from out my back door. Now I see why you want some snow; the first snow is always beautiful!"

Agora me diz, eu mato ou agradeço ao meu amigo?! Arggggg!!!

Quando controlo [ou penso que controlei] minha vontade compulsiva por aqueles floquinhos brancos, abro meu e-mail e olha só o que encontro:





Desisto. Quero frio, neve e tudo mais de Minnesota de volta. Pronto, falei.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Luísa só queria ser feliz

E Luísa só queria ser feliz. Queria pegar seu sonho, agarrar bem forte e seguir a diante com ele.

Luísa só queria ser feliz.
 
Luísa fazia tudo direitinho. Bem, quase tudo. Mentiu quando foi preciso. Afinal, quem nunca contou uma mentirinha? Usou quando achou que era necessário. Ué, você nunca usou ninguém?! Fingiu quando se sentiu obrigada a fingir. Levante a mal quem nunca fingiu um sentimento, orgasmo, felicidade ou até mesmo um choro.

Luísa só queria ser feliz.

Luísa havia achado seu lugar. Um lugar só seu. Especial. Com ondas de conforto e flocos de neve de esperança. Um espelho gigange, natural, que às vezes refletia seu rosto. E às vezes refletia 10 mil sonhos.

Luísa queria ser feliz.

Luísa achou uma oportunidade de voltar a ter um sorriso feliz. Se empolgou. Fez planos. Sonhou. Desabafou. Ouviu o que não queria ouvir. Ficou arrasada. Já não sabe como fazer para realizar seu sonho de ser feliz.

Luísa definitivamente não está feliz. Nem tampouco sabe quando o será. Quem sabe um dia. Quem sabe nunca. Nunca não. Um dia! O sonho pode até ter sido adiado (não disse que foi), mas não abandonado.

Luísa ainda quer ser feliz. Só falta a coragem de arriscar. Será que ela consegue?

domingo, 7 de novembro de 2010

E deu um aperto...

E foi uma dor quase insuportável. Uma pontada que aparece de vez em quando. Intensa. Ela adormece de vez em quando, mas sempre ressurge e me faz lembrar que minha felicidade não está, digamos, assim tão feliz...

E essa angústia que não quer me largar de jeito algum? Já não sei o que fazer com ela.
Preciso ver meu reflexo nos meus lagos de novo. O mais rápido possivel. Não importa se estejam congelados. Preciso dos meus lagos de volta na minha vida.

E vamo que vamo...

Não bastasse dar de presente pro meu pai os ingressos do GP Brasil de F1, ontem eu tive que ir no treino. Sei que tem um monte de gente pensando quão sem noção eu sou por estar reclamando de ir num evento como esse. Hehe. Mas reclamei mesmo, tá? Mas foi só um pouquinho vai. Nem curto muito essas coisas de corrida. Mas é OBVIO que não falei isso pro meu pai, né?! Com um sorriso amarelo no rosto, aceitei ir ver o treino no sábado.


Sabe de uma coisa? Tenho que confessar que gostei. Uma experiência bem diferente. Só meus ouvidos que não gostaram muito do barulho, mas isso é apenas detalhe.
A parte mais legal foi praticar as técnicas de fotografia que aprendi an facul hehehe! Conseguir uma foto boa daqueles carros era praticamente um desafio! Muito bom!





Ah, uma dica para meninas que acham que não curtem velocidade: Arrumem um jeito de ir na F1! Eventos como esse é onde há a maior concentração de homens lindos, estilosos e com grana (e um monte de gringos kkk). Vale a pena conferir! =)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Tudo culpa desse perfume!

Depois que espirrei a primeira gota desse maldito perfume já me arrependi. Sou completamente apaixonada por ele (o “41”, da abercrombie & fitch ), mas toda vez que eu o coloco... Ai ai... Sem mencionar que é símbolo do meu fim de semana perfeito em Chicago, ele ainda me deixa com uma saudade de Minnesota que é algo inexplicável.
Não me lembrava desse saudosismo que ele me causava até sentir seu aroma em meu corpo. Aliás, é incrível como toda vez eu esqueço o efeito que ele tem sobre mim. Hehe.

Me bateu uma saudade...

Me deu saudade de curtir a vida. Não que aqui eu não curta, mas definitivamente não se compara com a curtição de lá. Até sair com minhas amigas aqui não é a mesma coisa que sair lá. E olha que as amigas são as mesmas. Sei lá, o clima aqui é outro. Acho que me desacostumei.

Sinto saudade de me sentir segura ao andar pelo centro de madrugada. (Fora de cogitação pensar em fazer isso aqui.)
Sinto falta de ir para o Sneaky Pete’s, Drink, Shout House, Wild Onion... Até da Spin eu tenho saudade (mesmo sendo balada +18 kkk). Isso sem falar do Valentino’s, né? Nossa, como me diverti nessas baladas!

Cada uma com sua história. Cada uma com suas faces marcadas, cada uma com episódios únicos. Boné? Canadá? Chão? DJ? Piano? Choro? Talvez essas palavras não façam o menor sentido para você, mas para quem estava lá... Bom, o ditado já diz: Meia palavra basta.

Sinto falta de subir no palquinho, queijo, pirulito, ou como queira chamar, e dançar loucamente, atraindo olhares.

E os afterparties então? Se não é saudade o que sinto deles, não sei explicar o que é. Cada fim de semana em uma casa. Muitas vezes na mesma casa. As mesmas pessoas. Muitas histórias únicas.

Por incrível que pareça, até sinto saudade daquelas músicas mexicanas que o Negão e o Gaivota insistiam em colocar em alto e bom som, independentemente de ser sábado ou domingo de noite.

Sinto falta de deitar na grama do lake Calhoun, colocar meu ipod no ouvido e esquecer do mundo. E o melhor, sem ter que me preocupar em olhar bolsa, esconder Ipod, celular ou qualquer coisa.

Sinto falta de ver os prédios de Minneapolis refletidos no lago, ao lado de um pôr-do-sol único.


Sei que muitos me chamaram e me chamam de louca, mas sinto uma falta danada daquele frio insuportável, de esquiar, de brincar na neve, de fazer boneco de neve, seja ele grandão no jardim, ou pequenininho na sacada de casa... Sinto falta de pisar no lago congelado e sair correndo com medo do gelo quebrar. Sinto falta de patinar no lago. Ah, claro, sinto falta de ir pra balada de vestido, mesmo que esteja fazendo -28 graus lá fora.

Sinto falta de fazer pilhas de folhas secas e pular nelas como criança. Sinto falta de ver as crianças batendo de porta em porta, todas fantasiadas, pedindo doces no Halloween. Sinto saudade de usar fantasias.

Sinto falta de tanta coisa... de tanta gente... de tantas brigas, de tantos sorrisos, de tantos abraços, de tanta independência... sinto falta de Minnesota. Acho que nunca senti falta de um lugar como sinto de lá.

Tudo culpa desse maldito perfume.................... hehe

domingo, 17 de outubro de 2010

Tropa de Elite 2

Apesar de não fazer em nada o meu gênero de filmes, tenho que admitir que Tropa de Elite 2 é sim muito bom. Digno de produção hollywoodiana. Confesso que assisti o primeiro só para saber um pouco sobre o que o povo falava tanto. E com o segundo não foi muito diferente. O povo falava tanto que acabei me sentindo forçada a assistir.

Como já disse, é muiiiiiito bom, mas confesso que é um tanto violento e me deixou um tantin incomodada. Tá, muiiiito incomodada. Sai do cinema com uma sensação de fraqueza, de saber que somos a menor peça nesse tabuleiro de xadrez. Acho que na verdade nem somos dignos de sermos um mero peão nesse jogo. O sistema não deixa.

O filme só serviu para aguçar um único sentimento em mim: vontade de voltar a morar nos Estados Unidos. Não resta dúvida de que me sentia mais segura lá.

Ah, mas não dá para negar que precisamos de mais Capitães Nascimento na nossa polícia! Praticamente um herói nacional.

"Pede pra sair!"



PS: O que era aquele Wagner Moura?? Ô meu pai!!!!! Que homem!!!!!!!!!!!!!! Que ator!!!! Cadê o oscar pra ele?! =)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

E não me torre a paciência!

Teoricamente a gente fica feliz quando chega Sexta-feira. Mas não tô feliz e ponto. Ou como fala o Totó na novela, "Punto e basta!!" Estou de mau humor. Diga-se de passagem, de MUITO mau humor. Aliás, estou assim desde ontem. E a coisa só tem piorado.

É gente vendo coisa que não existe. É ciúmes besta rolando. É ter que chegar no trabalho UMA HORA mais cedo só por causa do rodízio. É a total falta de paciência que me domina. É a vontade de simplesmente sumir.

Então, hoje, por favor, não me torre a paciência! E tenho dito.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Por que não deixa ele lá?

Sinceramente, tem horas que o povo brasileiro me surpreende. E não da melhor maneira. A semana começou apenas hoje (graças a Deus!), mas já foi o suficiente para eu perceber que sim, sinto falta de estar fora desse país.

Acabei indo mais cedo para o metrô (só para não ter que ficar ouvindo as reclamações de minha mãe) e me deparei com o seguinte diálogo entre duas senhorinhas:

_ Eu não votei nele, mas não entendo porque não deixam ele em paz lá. Deixa ele assumir o cargo. Deixa ele cumprir o mandato por quatro anos. O povo não votou nele?!
_ Pois é, eu também não votei no Tiririca, mas já que ele foi eleito, deveria ficar lá. Isso não é uma democracia? Não tem tanta gente que não faz nadalá? Então,seria apenas mais um.

Juro, mas juro de coração, que a minha vontade era de pedir licença e entrar naquela conversa.

_ Licença, a senhora tem filhos? A senhora levaria seu filho para ser tratado por um palhaço (analfabeto, diga-se de passagem) que resolveu trabalhar como médico? Creio que não, né? Não sei a senhora, mas eu não colocaria a vida de um filho, a minha ou de ninguém na mão de um médico que não está preparado. É a mesma coisa lá no Congresso. Eles não são médicos, mas a melhora ou a piora da nossa situação depende deles. Deixar um palhaço numa posição de decidir as coisas por você é assinar um atestado de burrice. Como você vai cobrar melhoria no trânsito, na saúde, na educação, etc se a pessoa que você elegeu não consegue nem ler sua reclamação? O dinheiro que ele poderia investir em todas essas melhorias será gasto, na verdade, com assessores para que estes sim leiam e escrevam, já que o palhaço não é capaz de fazer isso. Ah, já que a senhora defende a "democracia" deste país maravilhoso, não venha abrir a boca para falar que nenhuma das suas reclamações foram atendidas e que a situação aqui só piora. Afina, "por que não deixa ele lá?", não é?

Fiquei puta. Mas achei melhor não me meter na conversa. Coloquei os fones e liguei meu Ipod. O metrô chegou.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

E como ficam os pais?

Não entendia porque minha mãe não dormia enquanto eu não voltasse para casa.

Não entendia a obsessão dela por saber com quem eu andava ou deixava de andar.

Na verdade, não entendia um monte de coisas.

Um dia ouvi (agora não me lembro onde) alguém falar que a partir do momento que se tem filho, dormir se torna um mero detalhe e suas vontades, que antes eram primordiais, serão sempre um “quando-sobrar-tempo”.

Ainda assim não conseguia compreender porque minha mãe ficava triste quando eu estava triste e sorria quando eu sorria. Mas o que eu não entendia também como ela apoiava um sonho meu, só para me ver feliz, se no fundo aquele MEU sonho a deixava triste.

Pois é, eu não entendia um monte de coisas. Mas acho que agora entendo. Não, não sou mãe ainda (porque um monte de gente fala que a gente só entende os nossos pais quando nos tornamos pais também). Mas quando me vi naquele estúdio grande, o qual só via através da telinha da TV e no qual nunca pensei em que fosse estar um dia, vi vários pais e mães acompanhando os sonhos de seus filhos.

Tinha mãe mais nervosa que filho. Tinha filha mais ansiosa que pai. Tinha mãe e filha controlando a emoção uma da outra. Foi inevitável pensar, “Mas quem está competindo? Os pais ou os filhos?” E a resposta só poderia ser uma: Todos.

Eram apenas 10 jovens. Muitos praticamente mal tinham deixado a infância e já assumiam uma responsabilidade imensa diante de milhares de telespectadores. Mas eles não estavam sozinhos. O abraço da mãe, o carinho do pai, o suporte dos amigos e da família os sustentavam ali em cima.

Me emocionei com os pais emocionados. Sorri com alguns filhos palhaços. Fiquei tão ansiosa quanto alguns deles. Mas percebi que todos estavam, a cima de qualquer coisa, felizes.

Assim que cheguei em casa, abracei minha mãe e agradeci por sempre ter acreditado em mim, por ter me apoiado, por ter se preocupado.

Ainda não sou mãe, mas agora entendo que amor de pai e mãe é inexplicável, e é capaz de coisas que jamais cogitamos um dia fazer. Os pais dos Jovens Talentos que o digam. E a minha mãe também! Hehe =)



--> Confiram os pais dos Jovens Talentos falando como estavam se sentindo antes da gravação da grande final dos Jovens Talentos do Programa Raul Gil!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

My princess' bday!!!



Hoje minha princesa faz 8 anos. 8 ANOS!!!!! Quando eu a conheci ela tinha 5!!!! Geeeeente, tô ficando velha. Ai que horror! Não quero pensar nisso. Pronto. Hoje apenas minha princesinha faz 8 anos. Eu continuo a mesma.






E pensar que a gente brigava, se matava, se xingava, chorava, se odiava.... Hoje a gente se ama. Na verdade eu sempre a amei. Só não soube expressar esse amor da forma correta. Mas tdo na vida tem um motivo. E acho que a nossa relação era pra ser assim... Não tão próxima... Mas eu a amo do mesmo jeito!!! E cada vez mais!!!


Happy b-day, Ilana!!!!!! =) Minha irmãzinha americana!






segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Jornalista com alma de tiete

E quem disse que jornalista não pode ser tiete?

Já pensou, eu chego pra fazer uma entrevista com uma celebridade e ai, quando dou de cara com a criatura: "Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!! Te amooooo!!!!"

kkkk Ia ser bem estranho. Tá, mantém a pose. Finge que é séria! Faz a entrevista. Anota tudinho. Faz cara de conteúdo. Agradece.

Ah, posso tirar uma foto?! =)

Luxo.

(Christian Chavez - ex-rbd)


















(Higor Rocha e Renato Vianna - Jovens Talentos)

sábado, 25 de setembro de 2010

Trabalho ou prazer?

Várias pessoas já me falaram que eu me apego muito fácil às coisas, que trato meu trabalho como se fosse um filho. Crítica? Elogio? Na verdade, é apenas uma constatação! Hehe

Bom, não vou negar que em todas as vezes em que sai de um emprego, eu chorei. E olha que quem me conhece sabe que não são poucas as lágrimas que derramo. Hahaha! Ah, me apego mesmo" Vou nem negar!

Por exemplo, só tenho mais uma semana neste emprego... Tô com o coração apertado. =( Eu sabia que seriam apenas dois meses, mas não dá... Não queria que terminasse.

Nesse tempo me envolvi tanto com a minha "segunda personalidade" que às vezes até esqueço de deixá-la no escritório. Parece que a visto 24 horas. Nem o meu perfil (eu, marilia) não tem mais graça. Legal mesmo é ser outra pessoa.

Vou sentir falta de convencer o pessoal que "eu" sou uma pessoa boa, um grande profissional e coisitas mais. Vou sentir saudade de convencer a mim mesma! Hehe É, acho que meu trabalho foi tão bem feito que até a mim mesma eu convenci plenamente. Eu não botava fé na minha "segunda personalidade", até o criticava bastante... Hoje, o defendo, gosto dele, o admiro. Ou admiro à mim? Ah, admiro as duas personalidades dele: ele mesmo e eu mesma. Hehe

Vou sentir falta de conviver com pessoas chiques, importantes, ricas. Vou sentir falta de estar nos bastidores e de ver que muita gente daria tdo para estar no meu lugar.

Mas acho que muita gente vai sentir uma falta danada da minha "segunda personalidade". É incrível ver como as pessoas são carentes de atenção, sobretudo na internet. Elas vão sentir falta dessa pessoa simpática, atenciosa e hulmide que eu criei. Não que o verdadeiro não seja assim, mas a atenção que ele (no caso, eu) deu ao público nesses dois meses, não será a mesma definitivamente.

Só falta uma semana.............. Não quero ir embora! Sei que tenho outro trabalho para começar, mas queria poder continuar nesse em que estou. =(


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Política... Papo de bêbado?!

Nossa, tô cada vez mais demorando pra postar... Mas folga se tornou um item em falta no meu estoque... Tá, não posso reclamar, pelo menos estou trabalhando! =)

Por falar em trabalho, estou simplesmente ADORANDO o que faço! Mas a melhor parte, sem dúvida alguma, foi quebrar preconceitos. Quando soube que iria trabalhar para a campanha do Raul Gil Jr., a primeira coisa que pensei foi: "Que raios esse cara vai querer se meter em política?"

Confesso que na primeira semana ainda não botava fé nele. Hoje, posso dizer com toda certeza, ELE É O MEU CANDIDATO!! Ele me conquistou não só pela pessoa maravilhosa que ele é, mas por se mostrar realmente interessado em querer fazer algo diferente pelo nosso país.

Acho que eu me envolvi tanto com esse trabalho que até bêbada eu faço politicagem! kkk E olha que odeio isso!

No churras de boas vindas da Nath, eu bebi um pouquinho (SÓ UM POUQUINHO kkk) e fiquei defendendo as idéias do Raulzinho!!! Fala sério! Fiquei convencendo um cara a votar nele! Não que eu não acredite no Raulzinho como político, claro que acredito e voto nele, mas não quero ser o tipo de pessoa chata que fica fazendo politicagem... hahah Mas enfim, acabei sendo uma dessas pessoas naquela noite! rsrs

Mas o mais engraçado foi ouvir minha prima, puta da vida comigo, me contando no dia seguinte que eu comecei a gritar no carro quando vi a placa do Raulzinho: "Olha! É por ali! O Raulzinho nos salvou!!!! Segue a placa!!" kkkkkkkk Dá pra imaginar a cena? kkk

Coitada da minha prima! rs A menina vem lá de Fortaleza, vai pra uma festa comigo e tem que voltar dirigindo de madrugada por São Paulo, sozinha (pois eu estava praticamente desmaiada e bêbada) kkk

Mas enfim, política também é papo de bêbado! hehehe

terça-feira, 27 de julho de 2010

E ainda questionam meu amor por Minnesota...



Para todos aqueles que me chamam de louca por amar tanto Minnesota (ou MinneSNOWta), aqui tá MAIS um motivo por querer morar e ter MEUS FILHOS lá:


Minnesota fica em segundo lugar no rank dos estados mais saudáveis dos Estados Unidos para criar crianças.

Viu, eu sabia que meu amor tinha fundamento.. hehehhe


Aqui está a reportagem na íntegra!

http://www.msnbc.msn.com/id/38417221/ns/health-kids_and_parenting/?GT1=43001

Velha?

Estou eu cruzando a Avenida Ipiranga quando ouço:

_ Tia, você é velha?
A tia ignora a pergunta.
_ Tia, você é velha?
Ignora de novo.
_ Tiaaaa! Me diz! Você é velha, não é?
_Para, menino! Não sou velha, não!
_É sim! O Diogo disse que quem é grande é velho e quem é pequeno é novo. Então, você é velha!
_Velho é o Diogo que não sabe o que fala!

Não contive o riso. A tia "velha", que por sinal era bem nova, também começou a rir.

Concordo com ela. Velho é o Diogo! Tá não o conheço... Mas não diga que sou velha! Só porque sou grande?

kkkkkkk

Brincadeira viu hehehe

segunda-feira, 26 de julho de 2010

E faz uma falta danada...

E mais uma vez....

Tá batendo uma tristeza....
Tá batendo uma saudade....
Tá batendo um sentimento de inutilidade...
Tá batendo uma vontade de fugir...
Tá batendo uma vontade de voltar para os meus lagos...
Tá batendo uma indecisão....
Tá batendo... sei lá o que...

domingo, 25 de julho de 2010

E bem que a gente dispensaria...

Tem cada coisa que a gente é obrigado a ver que seria facilmente dispensável. Me diz, quem merece uma Geyse Arruda ou uma Larissa Riquelme? Fala sério!

Longe de mim concordar com a atitude dos alunos e da faculdade em julgar uma pessoa pela roupa que ela usa, como no caso da Geyse, mas até ai usar esse episódio para se promover como gostosa e celebridade já é um pouco demais. Aliás, muito demais. Ninguém merece! Nem a Record merece! hahaha Achei o máximo a emissora impedir a participação da "gostosona universitária recriminada" em todos os programas da casa. kkkk Muito boa!

E essa tal de Larissa Riquelme então? Ô senhor! A que ponto uma pessoa chega! Essa modelo paraguaia (em ambos sentidos: pejorativo e literal) é mais do que a gente pode aguentar! Essa criatura não consegue se promover através do talento, ai parte pra apelação.... Já não basta ter ficado nua pela seleção de seu país, agora vai ficar nua pela classificação do Peru na próxima Copa também??

Se não for suficiente te chamar de Modelo paraguaia (ambos sentidos), acho que vou te chamar de Paraguaia "paraguaia" também!

Fala sério! Esse tipo de coisa a gente bem que dispensa....

domingo, 18 de julho de 2010

Noiva?! Que é?

É foda ouvir sua mãe falar que com a idade que eu tô já deveria estar pelo menos noiva... Me senti a Bridget Jones....

Será que ela ainda não entendeu que eu não vou casar só por causa da idade? Saco. Se bem que vendo meu primo casar e minha melhor amiga ficando noiva, até que dá uma vontadezinha....... Mas tinha que ser lá nos meus lagos...... nada de morar aqui!

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Fica o desabafo.