Sinceramente, tem horas que o povo brasileiro me surpreende. E não da melhor maneira. A semana começou apenas hoje (graças a Deus!), mas já foi o suficiente para eu perceber que sim, sinto falta de estar fora desse país.
Acabei indo mais cedo para o metrô (só para não ter que ficar ouvindo as reclamações de minha mãe) e me deparei com o seguinte diálogo entre duas senhorinhas:
_ Eu não votei nele, mas não entendo porque não deixam ele em paz lá. Deixa ele assumir o cargo. Deixa ele cumprir o mandato por quatro anos. O povo não votou nele?!
_ Pois é, eu também não votei no Tiririca, mas já que ele foi eleito, deveria ficar lá. Isso não é uma democracia? Não tem tanta gente que não faz nadalá? Então,seria apenas mais um.
Juro, mas juro de coração, que a minha vontade era de pedir licença e entrar naquela conversa.
_ Licença, a senhora tem filhos? A senhora levaria seu filho para ser tratado por um palhaço (analfabeto, diga-se de passagem) que resolveu trabalhar como médico? Creio que não, né? Não sei a senhora, mas eu não colocaria a vida de um filho, a minha ou de ninguém na mão de um médico que não está preparado. É a mesma coisa lá no Congresso. Eles não são médicos, mas a melhora ou a piora da nossa situação depende deles. Deixar um palhaço numa posição de decidir as coisas por você é assinar um atestado de burrice. Como você vai cobrar melhoria no trânsito, na saúde, na educação, etc se a pessoa que você elegeu não consegue nem ler sua reclamação? O dinheiro que ele poderia investir em todas essas melhorias será gasto, na verdade, com assessores para que estes sim leiam e escrevam, já que o palhaço não é capaz de fazer isso. Ah, já que a senhora defende a "democracia" deste país maravilhoso, não venha abrir a boca para falar que nenhuma das suas reclamações foram atendidas e que a situação aqui só piora. Afina, "por que não deixa ele lá?", não é?
Fiquei puta. Mas achei melhor não me meter na conversa. Coloquei os fones e liguei meu Ipod. O metrô chegou.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
E como ficam os pais?
Não entendia porque minha mãe não dormia enquanto eu não voltasse para casa.
Não entendia a obsessão dela por saber com quem eu andava ou deixava de andar.
Na verdade, não entendia um monte de coisas.
Um dia ouvi (agora não me lembro onde) alguém falar que a partir do momento que se tem filho, dormir se torna um mero detalhe e suas vontades, que antes eram primordiais, serão sempre um “quando-sobrar-tempo”.
Ainda assim não conseguia compreender porque minha mãe ficava triste quando eu estava triste e sorria quando eu sorria. Mas o que eu não entendia também como ela apoiava um sonho meu, só para me ver feliz, se no fundo aquele MEU sonho a deixava triste.
Pois é, eu não entendia um monte de coisas. Mas acho que agora entendo. Não, não sou mãe ainda (porque um monte de gente fala que a gente só entende os nossos pais quando nos tornamos pais também). Mas quando me vi naquele estúdio grande, o qual só via através da telinha da TV e no qual nunca pensei em que fosse estar um dia, vi vários pais e mães acompanhando os sonhos de seus filhos.
Tinha mãe mais nervosa que filho. Tinha filha mais ansiosa que pai. Tinha mãe e filha controlando a emoção uma da outra. Foi inevitável pensar, “Mas quem está competindo? Os pais ou os filhos?” E a resposta só poderia ser uma: Todos.
Eram apenas 10 jovens. Muitos praticamente mal tinham deixado a infância e já assumiam uma responsabilidade imensa diante de milhares de telespectadores. Mas eles não estavam sozinhos. O abraço da mãe, o carinho do pai, o suporte dos amigos e da família os sustentavam ali em cima.
Me emocionei com os pais emocionados. Sorri com alguns filhos palhaços. Fiquei tão ansiosa quanto alguns deles. Mas percebi que todos estavam, a cima de qualquer coisa, felizes.
Assim que cheguei em casa, abracei minha mãe e agradeci por sempre ter acreditado em mim, por ter me apoiado, por ter se preocupado.
Ainda não sou mãe, mas agora entendo que amor de pai e mãe é inexplicável, e é capaz de coisas que jamais cogitamos um dia fazer. Os pais dos Jovens Talentos que o digam. E a minha mãe também! Hehe =)
--> Confiram os pais dos Jovens Talentos falando como estavam se sentindo antes da gravação da grande final dos Jovens Talentos do Programa Raul Gil!
Não entendia a obsessão dela por saber com quem eu andava ou deixava de andar.
Na verdade, não entendia um monte de coisas.
Um dia ouvi (agora não me lembro onde) alguém falar que a partir do momento que se tem filho, dormir se torna um mero detalhe e suas vontades, que antes eram primordiais, serão sempre um “quando-sobrar-tempo”.
Ainda assim não conseguia compreender porque minha mãe ficava triste quando eu estava triste e sorria quando eu sorria. Mas o que eu não entendia também como ela apoiava um sonho meu, só para me ver feliz, se no fundo aquele MEU sonho a deixava triste.
Pois é, eu não entendia um monte de coisas. Mas acho que agora entendo. Não, não sou mãe ainda (porque um monte de gente fala que a gente só entende os nossos pais quando nos tornamos pais também). Mas quando me vi naquele estúdio grande, o qual só via através da telinha da TV e no qual nunca pensei em que fosse estar um dia, vi vários pais e mães acompanhando os sonhos de seus filhos.
Tinha mãe mais nervosa que filho. Tinha filha mais ansiosa que pai. Tinha mãe e filha controlando a emoção uma da outra. Foi inevitável pensar, “Mas quem está competindo? Os pais ou os filhos?” E a resposta só poderia ser uma: Todos.
Eram apenas 10 jovens. Muitos praticamente mal tinham deixado a infância e já assumiam uma responsabilidade imensa diante de milhares de telespectadores. Mas eles não estavam sozinhos. O abraço da mãe, o carinho do pai, o suporte dos amigos e da família os sustentavam ali em cima.
Me emocionei com os pais emocionados. Sorri com alguns filhos palhaços. Fiquei tão ansiosa quanto alguns deles. Mas percebi que todos estavam, a cima de qualquer coisa, felizes.
Assim que cheguei em casa, abracei minha mãe e agradeci por sempre ter acreditado em mim, por ter me apoiado, por ter se preocupado.
Ainda não sou mãe, mas agora entendo que amor de pai e mãe é inexplicável, e é capaz de coisas que jamais cogitamos um dia fazer. Os pais dos Jovens Talentos que o digam. E a minha mãe também! Hehe =)
--> Confiram os pais dos Jovens Talentos falando como estavam se sentindo antes da gravação da grande final dos Jovens Talentos do Programa Raul Gil!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
My princess' bday!!!
Hoje minha princesa faz 8 anos. 8 ANOS!!!!! Quando eu a conheci ela tinha 5!!!! Geeeeente, tô ficando velha. Ai que horror! Não quero pensar nisso. Pronto. Hoje apenas minha princesinha faz 8 anos. Eu continuo a mesma.
E pensar que a gente brigava, se matava, se xingava, chorava, se odiava.... Hoje a gente se ama. Na verdade eu sempre a amei. Só não soube expressar esse amor da forma correta. Mas tdo na vida tem um motivo. E acho que a nossa relação era pra ser assim... Não tão próxima... Mas eu a amo do mesmo jeito!!! E cada vez mais!!!
Happy b-day, Ilana!!!!!! =) Minha irmãzinha americana!
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Jornalista com alma de tiete
E quem disse que jornalista não pode ser tiete?
Já pensou, eu chego pra fazer uma entrevista com uma celebridade e ai, quando dou de cara com a criatura: "Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!! Te amooooo!!!!"
kkkk Ia ser bem estranho. Tá, mantém a pose. Finge que é séria! Faz a entrevista. Anota tudinho. Faz cara de conteúdo. Agradece.
Ah, posso tirar uma foto?! =)
Luxo.
(Christian Chavez - ex-rbd)

(Higor Rocha e Renato Vianna - Jovens Talentos)
Já pensou, eu chego pra fazer uma entrevista com uma celebridade e ai, quando dou de cara com a criatura: "Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!! Te amooooo!!!!"
kkkk Ia ser bem estranho. Tá, mantém a pose. Finge que é séria! Faz a entrevista. Anota tudinho. Faz cara de conteúdo. Agradece.
Ah, posso tirar uma foto?! =)
Luxo.
(Christian Chavez - ex-rbd)
(Higor Rocha e Renato Vianna - Jovens Talentos)
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sábado, 25 de setembro de 2010
Trabalho ou prazer?
Várias pessoas já me falaram que eu me apego muito fácil às coisas, que trato meu trabalho como se fosse um filho. Crítica? Elogio? Na verdade, é apenas uma constatação! Hehe
Bom, não vou negar que em todas as vezes em que sai de um emprego, eu chorei. E olha que quem me conhece sabe que não são poucas as lágrimas que derramo. Hahaha! Ah, me apego mesmo" Vou nem negar!
Por exemplo, só tenho mais uma semana neste emprego... Tô com o coração apertado. =( Eu sabia que seriam apenas dois meses, mas não dá... Não queria que terminasse.
Nesse tempo me envolvi tanto com a minha "segunda personalidade" que às vezes até esqueço de deixá-la no escritório. Parece que a visto 24 horas. Nem o meu perfil (eu, marilia) não tem mais graça. Legal mesmo é ser outra pessoa.
Vou sentir falta de convencer o pessoal que "eu" sou uma pessoa boa, um grande profissional e coisitas mais. Vou sentir saudade de convencer a mim mesma! Hehe É, acho que meu trabalho foi tão bem feito que até a mim mesma eu convenci plenamente. Eu não botava fé na minha "segunda personalidade", até o criticava bastante... Hoje, o defendo, gosto dele, o admiro. Ou admiro à mim? Ah, admiro as duas personalidades dele: ele mesmo e eu mesma. Hehe
Vou sentir falta de conviver com pessoas chiques, importantes, ricas. Vou sentir falta de estar nos bastidores e de ver que muita gente daria tdo para estar no meu lugar.
Mas acho que muita gente vai sentir uma falta danada da minha "segunda personalidade". É incrível ver como as pessoas são carentes de atenção, sobretudo na internet. Elas vão sentir falta dessa pessoa simpática, atenciosa e hulmide que eu criei. Não que o verdadeiro não seja assim, mas a atenção que ele (no caso, eu) deu ao público nesses dois meses, não será a mesma definitivamente.
Só falta uma semana.............. Não quero ir embora! Sei que tenho outro trabalho para começar, mas queria poder continuar nesse em que estou. =(
Bom, não vou negar que em todas as vezes em que sai de um emprego, eu chorei. E olha que quem me conhece sabe que não são poucas as lágrimas que derramo. Hahaha! Ah, me apego mesmo" Vou nem negar!
Por exemplo, só tenho mais uma semana neste emprego... Tô com o coração apertado. =( Eu sabia que seriam apenas dois meses, mas não dá... Não queria que terminasse.
Nesse tempo me envolvi tanto com a minha "segunda personalidade" que às vezes até esqueço de deixá-la no escritório. Parece que a visto 24 horas. Nem o meu perfil (eu, marilia) não tem mais graça. Legal mesmo é ser outra pessoa.
Vou sentir falta de convencer o pessoal que "eu" sou uma pessoa boa, um grande profissional e coisitas mais. Vou sentir saudade de convencer a mim mesma! Hehe É, acho que meu trabalho foi tão bem feito que até a mim mesma eu convenci plenamente. Eu não botava fé na minha "segunda personalidade", até o criticava bastante... Hoje, o defendo, gosto dele, o admiro. Ou admiro à mim? Ah, admiro as duas personalidades dele: ele mesmo e eu mesma. Hehe
Vou sentir falta de conviver com pessoas chiques, importantes, ricas. Vou sentir falta de estar nos bastidores e de ver que muita gente daria tdo para estar no meu lugar.
Mas acho que muita gente vai sentir uma falta danada da minha "segunda personalidade". É incrível ver como as pessoas são carentes de atenção, sobretudo na internet. Elas vão sentir falta dessa pessoa simpática, atenciosa e hulmide que eu criei. Não que o verdadeiro não seja assim, mas a atenção que ele (no caso, eu) deu ao público nesses dois meses, não será a mesma definitivamente.
Só falta uma semana.............. Não quero ir embora! Sei que tenho outro trabalho para começar, mas queria poder continuar nesse em que estou. =(
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Política... Papo de bêbado?!
Nossa, tô cada vez mais demorando pra postar... Mas folga se tornou um item em falta no meu estoque... Tá, não posso reclamar, pelo menos estou trabalhando! =)
Por falar em trabalho, estou simplesmente ADORANDO o que faço! Mas a melhor parte, sem dúvida alguma, foi quebrar preconceitos. Quando soube que iria trabalhar para a campanha do Raul Gil Jr., a primeira coisa que pensei foi: "Que raios esse cara vai querer se meter em política?"
Confesso que na primeira semana ainda não botava fé nele. Hoje, posso dizer com toda certeza, ELE É O MEU CANDIDATO!! Ele me conquistou não só pela pessoa maravilhosa que ele é, mas por se mostrar realmente interessado em querer fazer algo diferente pelo nosso país.
Acho que eu me envolvi tanto com esse trabalho que até bêbada eu faço politicagem! kkk E olha que odeio isso!
No churras de boas vindas da Nath, eu bebi um pouquinho (SÓ UM POUQUINHO kkk) e fiquei defendendo as idéias do Raulzinho!!! Fala sério! Fiquei convencendo um cara a votar nele! Não que eu não acredite no Raulzinho como político, claro que acredito e voto nele, mas não quero ser o tipo de pessoa chata que fica fazendo politicagem... hahah Mas enfim, acabei sendo uma dessas pessoas naquela noite! rsrs
Mas o mais engraçado foi ouvir minha prima, puta da vida comigo, me contando no dia seguinte que eu comecei a gritar no carro quando vi a placa do Raulzinho: "Olha! É por ali! O Raulzinho nos salvou!!!! Segue a placa!!" kkkkkkkk Dá pra imaginar a cena? kkk
Coitada da minha prima! rs A menina vem lá de Fortaleza, vai pra uma festa comigo e tem que voltar dirigindo de madrugada por São Paulo, sozinha (pois eu estava praticamente desmaiada e bêbada) kkk
Mas enfim, política também é papo de bêbado! hehehe
Por falar em trabalho, estou simplesmente ADORANDO o que faço! Mas a melhor parte, sem dúvida alguma, foi quebrar preconceitos. Quando soube que iria trabalhar para a campanha do Raul Gil Jr., a primeira coisa que pensei foi: "Que raios esse cara vai querer se meter em política?"
Confesso que na primeira semana ainda não botava fé nele. Hoje, posso dizer com toda certeza, ELE É O MEU CANDIDATO!! Ele me conquistou não só pela pessoa maravilhosa que ele é, mas por se mostrar realmente interessado em querer fazer algo diferente pelo nosso país.
Acho que eu me envolvi tanto com esse trabalho que até bêbada eu faço politicagem! kkk E olha que odeio isso!
No churras de boas vindas da Nath, eu bebi um pouquinho (SÓ UM POUQUINHO kkk) e fiquei defendendo as idéias do Raulzinho!!! Fala sério! Fiquei convencendo um cara a votar nele! Não que eu não acredite no Raulzinho como político, claro que acredito e voto nele, mas não quero ser o tipo de pessoa chata que fica fazendo politicagem... hahah Mas enfim, acabei sendo uma dessas pessoas naquela noite! rsrs
Mas o mais engraçado foi ouvir minha prima, puta da vida comigo, me contando no dia seguinte que eu comecei a gritar no carro quando vi a placa do Raulzinho: "Olha! É por ali! O Raulzinho nos salvou!!!! Segue a placa!!" kkkkkkkk Dá pra imaginar a cena? kkk
Coitada da minha prima! rs A menina vem lá de Fortaleza, vai pra uma festa comigo e tem que voltar dirigindo de madrugada por São Paulo, sozinha (pois eu estava praticamente desmaiada e bêbada) kkk
Mas enfim, política também é papo de bêbado! hehehe
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terça-feira, 27 de julho de 2010
E ainda questionam meu amor por Minnesota...
Para todos aqueles que me chamam de louca por amar tanto Minnesota (ou MinneSNOWta), aqui tá MAIS um motivo por querer morar e ter MEUS FILHOS lá:
Minnesota fica em segundo lugar no rank dos estados mais saudáveis dos Estados Unidos para criar crianças.
Viu, eu sabia que meu amor tinha fundamento.. hehehhe
Aqui está a reportagem na íntegra!
http://www.msnbc.msn.com/id/38417221/ns/health-kids_and_parenting/?GT1=43001
Velha?
Estou eu cruzando a Avenida Ipiranga quando ouço:
_ Tia, você é velha?
A tia ignora a pergunta.
_ Tia, você é velha?
Ignora de novo.
_ Tiaaaa! Me diz! Você é velha, não é?
_Para, menino! Não sou velha, não!
_É sim! O Diogo disse que quem é grande é velho e quem é pequeno é novo. Então, você é velha!
_Velho é o Diogo que não sabe o que fala!
Não contive o riso. A tia "velha", que por sinal era bem nova, também começou a rir.
Concordo com ela. Velho é o Diogo! Tá não o conheço... Mas não diga que sou velha! Só porque sou grande?
kkkkkkk
Brincadeira viu hehehe
_ Tia, você é velha?
A tia ignora a pergunta.
_ Tia, você é velha?
Ignora de novo.
_ Tiaaaa! Me diz! Você é velha, não é?
_Para, menino! Não sou velha, não!
_É sim! O Diogo disse que quem é grande é velho e quem é pequeno é novo. Então, você é velha!
_Velho é o Diogo que não sabe o que fala!
Não contive o riso. A tia "velha", que por sinal era bem nova, também começou a rir.
Concordo com ela. Velho é o Diogo! Tá não o conheço... Mas não diga que sou velha! Só porque sou grande?
kkkkkkk
Brincadeira viu hehehe
segunda-feira, 26 de julho de 2010
E mais uma vez....
Tá batendo uma tristeza....
Tá batendo uma saudade....
Tá batendo um sentimento de inutilidade...
Tá batendo uma vontade de fugir...
Tá batendo uma vontade de voltar para os meus lagos...
Tá batendo uma indecisão....
Tá batendo... sei lá o que...
Tá batendo uma saudade....
Tá batendo um sentimento de inutilidade...
Tá batendo uma vontade de fugir...
Tá batendo uma vontade de voltar para os meus lagos...
Tá batendo uma indecisão....
Tá batendo... sei lá o que...
domingo, 25 de julho de 2010
E bem que a gente dispensaria...
Tem cada coisa que a gente é obrigado a ver que seria facilmente dispensável. Me diz, quem merece uma Geyse Arruda ou uma Larissa Riquelme? Fala sério!
Longe de mim concordar com a atitude dos alunos e da faculdade em julgar uma pessoa pela roupa que ela usa, como no caso da Geyse, mas até ai usar esse episódio para se promover como gostosa e celebridade já é um pouco demais. Aliás, muito demais. Ninguém merece! Nem a Record merece! hahaha Achei o máximo a emissora impedir a participação da "gostosona universitária recriminada" em todos os programas da casa. kkkk Muito boa!
E essa tal de Larissa Riquelme então? Ô senhor! A que ponto uma pessoa chega! Essa modelo paraguaia (em ambos sentidos: pejorativo e literal) é mais do que a gente pode aguentar! Essa criatura não consegue se promover através do talento, ai parte pra apelação.... Já não basta ter ficado nua pela seleção de seu país, agora vai ficar nua pela classificação do Peru na próxima Copa também??
Se não for suficiente te chamar de Modelo paraguaia (ambos sentidos), acho que vou te chamar de Paraguaia "paraguaia" também!
Fala sério! Esse tipo de coisa a gente bem que dispensa....
Longe de mim concordar com a atitude dos alunos e da faculdade em julgar uma pessoa pela roupa que ela usa, como no caso da Geyse, mas até ai usar esse episódio para se promover como gostosa e celebridade já é um pouco demais. Aliás, muito demais. Ninguém merece! Nem a Record merece! hahaha Achei o máximo a emissora impedir a participação da "gostosona universitária recriminada" em todos os programas da casa. kkkk Muito boa!
E essa tal de Larissa Riquelme então? Ô senhor! A que ponto uma pessoa chega! Essa modelo paraguaia (em ambos sentidos: pejorativo e literal) é mais do que a gente pode aguentar! Essa criatura não consegue se promover através do talento, ai parte pra apelação.... Já não basta ter ficado nua pela seleção de seu país, agora vai ficar nua pela classificação do Peru na próxima Copa também??
Se não for suficiente te chamar de Modelo paraguaia (ambos sentidos), acho que vou te chamar de Paraguaia "paraguaia" também!
Fala sério! Esse tipo de coisa a gente bem que dispensa....
domingo, 18 de julho de 2010
Noiva?! Que é?
É foda ouvir sua mãe falar que com a idade que eu tô já deveria estar pelo menos noiva... Me senti a Bridget Jones....
Será que ela ainda não entendeu que eu não vou casar só por causa da idade? Saco. Se bem que vendo meu primo casar e minha melhor amiga ficando noiva, até que dá uma vontadezinha....... Mas tinha que ser lá nos meus lagos...... nada de morar aqui!
.
.
.
Fica o desabafo.
Será que ela ainda não entendeu que eu não vou casar só por causa da idade? Saco. Se bem que vendo meu primo casar e minha melhor amiga ficando noiva, até que dá uma vontadezinha....... Mas tinha que ser lá nos meus lagos...... nada de morar aqui!
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Fica o desabafo.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Sooooo cute!!!
Ai, ai... Deu até vontade...
Homens, aprendam com Casillas!!! =)
Homens, aprendam com Casillas!!! =)
domingo, 11 de julho de 2010
E a tal da moda...
É moda viajar em friado prolongado... Alias, sempre foi!
Mas o que anda cada vez mais em moda aqui em Sao Paulo é o transito... Horas e horas presa nele.... E quando se trata de feriado então.... iiiii ai a coisa fica mais feia ainda!
Feriadão aí, quis fugir dos locais da moda por aqui..... Campos do Jordão? Nem pensar!!! A moda diz que inverno tem que ser em Campos... logo, isso quer dizer: sem hotel, horas de transito, e preços elevadíssimos! Sem brincadeira, sairia R$ 2.000,00 pra passar esse feriado lá. Totalmente fora da moda do meu bolso.
Fui parar em Penedo, Rio de Janeiro. E não é que a cidade é bonitinha? Uma graça! Sabe Campos do Jordão? É bem parecida! É só tirar todo aquele glamour, baladas, milhares de pessoas na rua, ah e claro, o frio!!!! Sim, teoricamente era para estar frio, mas acho que alguém lá em cima achou que o frio estava um pouco fora de moda...
Mas por falar em moda.... Acho que a estação do ano que o povo quer ser mais fashion é o inverno. Só pode. Eles querem ser TÃO fashion, mas tão fashion que não importa se lá fora está fazendo quase 30 graus.... Se a moda diz que inverno é bota, casacão e cachecol, assim será! Mesmo que você derreta dentro deles.... A pose é o que vale.
Juro, se tivesse o frio que o povo lá estava esperando, eu tava ferrada!!!
Não estou desmerecendo a moda. Longe de mim! Mas fala sério, enquanto eu estava almoçando de saia, blusinha e chinelo (sim, tava muito quente para usar um tenis e eu tinhas esquecido minha sandália, tá?! -- e não quero saber se eu estava fora de moda), tinha gente de bota, casaco de lã e, juro, cachecol! Fiquei passada. Fiquei com calor só de olhar pra eles.
E na janta então? Eu lá de blusinha frente única, jaquetinha (nada demais, coisa de meia estação, sabe?), bota e a minha echarpe (linda, delicada, chiqueeeeerrriima que a Juju me deu de natal!)... Quando passa pela minha mesa uma moça com um casacão de lã e uma toca de pele, que nem a que eu usava pra brincar na neve em Minnesota... Mais uma vez pensei, "se vier esse frio que ela tá esperando........"
Uma coisa que aprendi nesse feriadão: não importa o que o termotro indica. O que vale mesmo é o que a moda estabelece.
Ju, acho que vou usar aquela minha luva da Guess que você não me deixou usar em Minnesota (em pleno inverno) porque não estava tão frio... Afinal, aqui no Brasil não tem problema se estiver um pouquinho quente... kkkkk É fashion!
Mas o que anda cada vez mais em moda aqui em Sao Paulo é o transito... Horas e horas presa nele.... E quando se trata de feriado então.... iiiii ai a coisa fica mais feia ainda!
Feriadão aí, quis fugir dos locais da moda por aqui..... Campos do Jordão? Nem pensar!!! A moda diz que inverno tem que ser em Campos... logo, isso quer dizer: sem hotel, horas de transito, e preços elevadíssimos! Sem brincadeira, sairia R$ 2.000,00 pra passar esse feriado lá. Totalmente fora da moda do meu bolso.
Fui parar em Penedo, Rio de Janeiro. E não é que a cidade é bonitinha? Uma graça! Sabe Campos do Jordão? É bem parecida! É só tirar todo aquele glamour, baladas, milhares de pessoas na rua, ah e claro, o frio!!!! Sim, teoricamente era para estar frio, mas acho que alguém lá em cima achou que o frio estava um pouco fora de moda...
Mas por falar em moda.... Acho que a estação do ano que o povo quer ser mais fashion é o inverno. Só pode. Eles querem ser TÃO fashion, mas tão fashion que não importa se lá fora está fazendo quase 30 graus.... Se a moda diz que inverno é bota, casacão e cachecol, assim será! Mesmo que você derreta dentro deles.... A pose é o que vale.
Juro, se tivesse o frio que o povo lá estava esperando, eu tava ferrada!!!
Não estou desmerecendo a moda. Longe de mim! Mas fala sério, enquanto eu estava almoçando de saia, blusinha e chinelo (sim, tava muito quente para usar um tenis e eu tinhas esquecido minha sandália, tá?! -- e não quero saber se eu estava fora de moda), tinha gente de bota, casaco de lã e, juro, cachecol! Fiquei passada. Fiquei com calor só de olhar pra eles.
E na janta então? Eu lá de blusinha frente única, jaquetinha (nada demais, coisa de meia estação, sabe?), bota e a minha echarpe (linda, delicada, chiqueeeeerrriima que a Juju me deu de natal!)... Quando passa pela minha mesa uma moça com um casacão de lã e uma toca de pele, que nem a que eu usava pra brincar na neve em Minnesota... Mais uma vez pensei, "se vier esse frio que ela tá esperando........"
Uma coisa que aprendi nesse feriadão: não importa o que o termotro indica. O que vale mesmo é o que a moda estabelece.
Ju, acho que vou usar aquela minha luva da Guess que você não me deixou usar em Minnesota (em pleno inverno) porque não estava tão frio... Afinal, aqui no Brasil não tem problema se estiver um pouquinho quente... kkkkk É fashion!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Ai que vontade!
Deu vontade de jogar tudo pro alto e sumir. Não, pensando bem, deu vontade de pegar o primeiro avião e voltar correndo, ou melhor, voando, pra Minnesota.
Deu vontade de chorar. Mas chorar beeeeeeeeeeeem muito até pegar no sono.
Deu vontade de beijar. Uma, duas três, quatro bocas. Não interessa. Como diz aquele funk 'fulerage' que a gente não cansava de ouvir: "ela só pensa em beijar, beijar, beijar, beijar!" Ah, mas quer saber de uma coisa? Só tem uma boca mesmo que dá vontade de beijar... pena que ela tá tão longe de mim =(
Iiii deu vontade de chorar de novo!
Deu vontade de comer. Comer chocolate, sorvete, brigadeiro de maracujá (não ficou muito bom, não, mas a gente come, é só vontade mesmo...), de morango, romeu e julieta, arroz com goiabada (yummmmm - é vontade e não a questione!).
Ah, deu vontade de comer, comer, comer. E melhor, deu vontade de esquecer o que é engordar.
Aliás, deu vontade de ser magra. Só falta achar um espelho que atenda as minhas vontades.
Deu vontade de ter alguém com vontade de mim.
Deu vontade de voltar pra faculdade. Deu vontade de ter um monte de coisas pra estudar.
Deu vontade de trabalhar de verdade.
Deu vontade de ter que acordar cedo, pegar o carro e ir pro trabalho.
Deu vontade de adotar um filho. Só que mesmo que apareça um numa caixa na porta de casa, eu teria que entrar no final da fila e ainda corria o risco de não conseguir aquela criança... Deu vontade de mandar essa burrocracia pra puta que pariu!
Deu vontade de voltar a ser criança.
Deu vontade de ter um braço grande e forte pra me abraçar enquanto durmo...
Deu vontade de dar um beijo na minha mãe. Aliás, vou fazer isso agora. Fui!
Deu vontade de chorar. Mas chorar beeeeeeeeeeeem muito até pegar no sono.
Deu vontade de beijar. Uma, duas três, quatro bocas. Não interessa. Como diz aquele funk 'fulerage' que a gente não cansava de ouvir: "ela só pensa em beijar, beijar, beijar, beijar!" Ah, mas quer saber de uma coisa? Só tem uma boca mesmo que dá vontade de beijar... pena que ela tá tão longe de mim =(
Iiii deu vontade de chorar de novo!
Deu vontade de comer. Comer chocolate, sorvete, brigadeiro de maracujá (não ficou muito bom, não, mas a gente come, é só vontade mesmo...), de morango, romeu e julieta, arroz com goiabada (yummmmm - é vontade e não a questione!).
Ah, deu vontade de comer, comer, comer. E melhor, deu vontade de esquecer o que é engordar.
Aliás, deu vontade de ser magra. Só falta achar um espelho que atenda as minhas vontades.
Deu vontade de ter alguém com vontade de mim.
Deu vontade de voltar pra faculdade. Deu vontade de ter um monte de coisas pra estudar.
Deu vontade de trabalhar de verdade.
Deu vontade de ter que acordar cedo, pegar o carro e ir pro trabalho.
Deu vontade de adotar um filho. Só que mesmo que apareça um numa caixa na porta de casa, eu teria que entrar no final da fila e ainda corria o risco de não conseguir aquela criança... Deu vontade de mandar essa burrocracia pra puta que pariu!
Deu vontade de voltar a ser criança.
Deu vontade de ter um braço grande e forte pra me abraçar enquanto durmo...
Deu vontade de dar um beijo na minha mãe. Aliás, vou fazer isso agora. Fui!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Putz, tinha esquecido! =/
Esqueci de como era pegar o trem em São Paulo no horário de pico.
Esqueci que se você pegar o trem para Guainazes(sim, Guaianazes!) por volta das 6h da noite você vai ser espremido por aquelas pessoas fedidas (tá, falei!)
Esqueci as coisas que a gente faz quando se tem aquela amiga sem noção! (rs)
Esqueci de como era engraçado usar frases feitas. Fica a dica! (rs)
Esqueci como era ser eliminado de uma Copa do Mundo... (snif)
Esqueci como era ter que dar satisfação para mãe de tudo que se faz e pra onde vai =/
Esqueci como era ficar até depois das 2h da manhã em balada.
Esqueci como era tudo de bom ir para praia em pleno inverno e ainda torrar na areia branquinha de uma praia quase deserta!
Esqueci que banheirão não faz linha! (hahaha)
.
.
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Só não esqueço que certas coisas são pra vida inteira!

AMO
Esqueci que se você pegar o trem para Guainazes(sim, Guaianazes!) por volta das 6h da noite você vai ser espremido por aquelas pessoas fedidas (tá, falei!)
Esqueci as coisas que a gente faz quando se tem aquela amiga sem noção! (rs)
Esqueci de como era engraçado usar frases feitas. Fica a dica! (rs)
Esqueci como era ser eliminado de uma Copa do Mundo... (snif)
Esqueci como era ter que dar satisfação para mãe de tudo que se faz e pra onde vai =/
Esqueci como era ficar até depois das 2h da manhã em balada.
Esqueci como era tudo de bom ir para praia em pleno inverno e ainda torrar na areia branquinha de uma praia quase deserta!
Esqueci que banheirão não faz linha! (hahaha)
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Só não esqueço que certas coisas são pra vida inteira!
AMO
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Caviar vs. Sardinha
Incrível como milhares de pessoas se submetem a subempregos só para encher a boca e dizer: "Eu vivo nos Estados Unidos" ou "Eu vivo na Europa"... É dificil encarar a realidade. Acho que na maioria das vezes a gente fecha os olhos e ignora o que está acontecendo só para não dar o braço a torcer. Eu fiz isso. Tá, confessei. Pronto. Sem querer ser mais do que ninguém, quando na minha vida pensei que fosse ter que limpar chão da casa de outra pessoa, lavar roupa, limpar bunda de crianças (que não fossem as minhas)?? Que fique bem claro que nao estou desmerecendo quem faz isso, mas nao posso ser hipocrita ao ponto de falar que foi isso que minha mae sonhou pra mim, porque eu sei que nao foi. Alias, nem tao pouco eh o que eu sonhei e sonho para mim.
Nunca tive a obrigacao de limpar a casa, lavar a roupa nem nada do tipo. Nem as minhas nem a de ninguem. Quer dizer, nao tive enquanto estive no Brasil. Ja naquele tempo em que bati o pe e disse que ia pros Estados Unidos.... Bom.... Ai a coisa muda de figuram. La a gente nao tem muita opcao de escolha... La a gente faz de tudo...
Mas, agora estou eu aqui de volta ao Brasil. Formada. Desempregada. Manda curriculo pra ca, manda pra la. E ate agora nada. Penso eu: 'ah, vamos abrir mais o campo de opcao', ja que, segundo as palavras da minha mae, eu nao preciso de um emprego pra me sustentar, muito menos para sobreviver. Eh so pra poder ter dinheiro pra viajar, comprar o que eu quiser e coisa e tal, uma vez que nao tenho a necessidade de sair da casa dela enquanto eu nao casar.
La fui eu olhar todas e quaisquer oportunidades. Secretaria? Recepcionista? Nesse momento me peguei no flagra! Como eh que nos Estados Unidos eu aceitava limpar casa e bunda de crianca sendo que aqui me sinto mal so em pensar em mandar meu curriculo para a vaga de recepcionista, porque nao quero ter que responder: "Sim, sou recepcionista." (nada contra quem eh -- mais uma vez).
Ai que vida dificil.
Nunca tive a obrigacao de limpar a casa, lavar a roupa nem nada do tipo. Nem as minhas nem a de ninguem. Quer dizer, nao tive enquanto estive no Brasil. Ja naquele tempo em que bati o pe e disse que ia pros Estados Unidos.... Bom.... Ai a coisa muda de figuram. La a gente nao tem muita opcao de escolha... La a gente faz de tudo...
Mas, agora estou eu aqui de volta ao Brasil. Formada. Desempregada. Manda curriculo pra ca, manda pra la. E ate agora nada. Penso eu: 'ah, vamos abrir mais o campo de opcao', ja que, segundo as palavras da minha mae, eu nao preciso de um emprego pra me sustentar, muito menos para sobreviver. Eh so pra poder ter dinheiro pra viajar, comprar o que eu quiser e coisa e tal, uma vez que nao tenho a necessidade de sair da casa dela enquanto eu nao casar.
La fui eu olhar todas e quaisquer oportunidades. Secretaria? Recepcionista? Nesse momento me peguei no flagra! Como eh que nos Estados Unidos eu aceitava limpar casa e bunda de crianca sendo que aqui me sinto mal so em pensar em mandar meu curriculo para a vaga de recepcionista, porque nao quero ter que responder: "Sim, sou recepcionista." (nada contra quem eh -- mais uma vez).
Ai que vida dificil.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Ó eu de novo aqui!
Nossa, faz muito tempo que não dou as caras por aqui. É, eu sei... Sei que deveria ter escrito mais... Até queria…. Mas é que nesses últimos dois meses muita coisa aconteceu... e mudou... Muita mesmo! Inclusive não estou mais em Minnesota =( Choro.
Optei por não escrever porque não queria fazer desse blog uma página de lamentação, e acreditem, teria sido assim.
Entretanto, contudo, todavia, teve muito sorriso também!
Sorriso por entrar para o Baladão.com! (Pessoas lindas que se tornaram muito, muito, muito especiais pra mim) Causamos um pouquinho só, né?

Sorriso por saber que não estava sozinha, quando cheguei a cogitar a possibilidade disso.

Sorriso por ter realizado um dos meus sonhos........... HAWAII!!

Sorriso por estar perto do Lu novamente... (gaucho bruto! kkkkk)

Sorriso por ver as 3 pererecas reunidas! E causar muitoooooo!!!!

Sorriso por ver que conquistei novos coraçõezinhos e mantive outros tão importantes quanto!


Sorriso por saber que ali é onde meu coração quer ficar. E vai ficar. Ele só está tirando férias... e matando a saudade da mamãe.
Optei por não escrever porque não queria fazer desse blog uma página de lamentação, e acreditem, teria sido assim.
Entretanto, contudo, todavia, teve muito sorriso também!
Sorriso por entrar para o Baladão.com! (Pessoas lindas que se tornaram muito, muito, muito especiais pra mim) Causamos um pouquinho só, né?
Sorriso por saber que não estava sozinha, quando cheguei a cogitar a possibilidade disso.
Sorriso por ter realizado um dos meus sonhos........... HAWAII!!
Sorriso por estar perto do Lu novamente... (gaucho bruto! kkkkk)
Sorriso por ver as 3 pererecas reunidas! E causar muitoooooo!!!!
Sorriso por ver que conquistei novos coraçõezinhos e mantive outros tão importantes quanto!
Sorriso por saber que ali é onde meu coração quer ficar. E vai ficar. Ele só está tirando férias... e matando a saudade da mamãe.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
E as coisas mudam...
Há um ano e meio atrás estávamos nós duas sentadas naquele mesmo restaurante. A mesa era outra, mas o sanduiche foi o mesmo. Não abro mão do meu mushroom hehe. O vinho dela também era o mesmo.
Mais uma vez estávamos ali para ter uma conversa. Dessa vez bem mais amigável. Sem compromisso. Afinal, eu nem morava mais com ela, nem tão pouco trabalhava para ela mais.
Não que da outra vez tenha sido uma guerra, lembro que falamos até sobre "garotos" hehe. Mas que dessa vez o brilho do olhar dela era mais altivo e que seu tom de voz era uma mistura de suave e humor, isso era sem dúvida.
Papo vai, papo vem, aquele assunto ressurgiu: "a nossa convivência". O papo surgiu no momento em que eu falei das diferenças entre famílias. Comentei que era engraçado porque no momento em morava com ela, o problema era que ela queria TANTO que eu fizesse parte da família que isso nos criou problemas. Mas que agora eu sentia muita falta dessa "coisa de família". Não que eu não goste da minha outra família, ao contrário, adoro eles! Todos. Principalmente meus pestinhas. Mas que sinto falta de ser tratada como "parte da família", isso sinto. Bom, a gente nunca tá satisfeito com o que tem, né? hehe
Mas o que me surpreendeu mesmo foi o comentário dela sobre o momento em que eu morei com ela:
"Ia, we love you so much! Amamos ter você morando com a gente. E tenho que confessar que aprendi muito desde então. A Alicia também é muito reservada. Hoje, depois de quase um ano morando com a gente, agora sim ela se sente mais parte da família. Mas foi difícil para mim no começo. Mesmo com você. Porque para mim, nós íamos ter uma garota de outro país morando com a gente, aprendendo a nossa cultura. Mas eu e o Ben esquecemos que vocês já são expostos à nossa cultura de uma tal forma que vocês não vêm aqui para aprender, mas sim para vivenciar. E eu acabei entendendo que vocês não precisam aprender como a gente janta, por exemplo. Vocês têm tanta coisa para vivenciar aí fora. Isso foi o mais difícil, saber que a geração de vocês é diferente. E além disso, que é normal na cultura de outros países os jovens saírem durante a semana, só que na nossa não é. TAlvez no College, mas ainda assim, de Quinta-feira à Sabado. Mas quando vi a Alicia me pedindo o carro num dia da semana, percebi que isso era normal. E vocês não saem propriamente para beber, fazer coisas doidas nem nada disso. É só mesmo para hang out com os amigos. Além disso, o maior problema que tivemos com você foi a Ilana mesmo. Ela é um porre! Chata mesmo! Problemática!!"
Sabe que foi até um alívio. Mais uma vez o mundo deu a volta e provou que eu não era a errada da história, como minha mãe fez questão de jogar na minha cara. Várias vezes. Viu, a complicada não era eu. Eram as duas. Julie e Ilana. As duas complicadas do meu coração.
Sinto saudade delas....
Mais uma vez estávamos ali para ter uma conversa. Dessa vez bem mais amigável. Sem compromisso. Afinal, eu nem morava mais com ela, nem tão pouco trabalhava para ela mais.
Não que da outra vez tenha sido uma guerra, lembro que falamos até sobre "garotos" hehe. Mas que dessa vez o brilho do olhar dela era mais altivo e que seu tom de voz era uma mistura de suave e humor, isso era sem dúvida.
Papo vai, papo vem, aquele assunto ressurgiu: "a nossa convivência". O papo surgiu no momento em que eu falei das diferenças entre famílias. Comentei que era engraçado porque no momento em morava com ela, o problema era que ela queria TANTO que eu fizesse parte da família que isso nos criou problemas. Mas que agora eu sentia muita falta dessa "coisa de família". Não que eu não goste da minha outra família, ao contrário, adoro eles! Todos. Principalmente meus pestinhas. Mas que sinto falta de ser tratada como "parte da família", isso sinto. Bom, a gente nunca tá satisfeito com o que tem, né? hehe
Mas o que me surpreendeu mesmo foi o comentário dela sobre o momento em que eu morei com ela:
"Ia, we love you so much! Amamos ter você morando com a gente. E tenho que confessar que aprendi muito desde então. A Alicia também é muito reservada. Hoje, depois de quase um ano morando com a gente, agora sim ela se sente mais parte da família. Mas foi difícil para mim no começo. Mesmo com você. Porque para mim, nós íamos ter uma garota de outro país morando com a gente, aprendendo a nossa cultura. Mas eu e o Ben esquecemos que vocês já são expostos à nossa cultura de uma tal forma que vocês não vêm aqui para aprender, mas sim para vivenciar. E eu acabei entendendo que vocês não precisam aprender como a gente janta, por exemplo. Vocês têm tanta coisa para vivenciar aí fora. Isso foi o mais difícil, saber que a geração de vocês é diferente. E além disso, que é normal na cultura de outros países os jovens saírem durante a semana, só que na nossa não é. TAlvez no College, mas ainda assim, de Quinta-feira à Sabado. Mas quando vi a Alicia me pedindo o carro num dia da semana, percebi que isso era normal. E vocês não saem propriamente para beber, fazer coisas doidas nem nada disso. É só mesmo para hang out com os amigos. Além disso, o maior problema que tivemos com você foi a Ilana mesmo. Ela é um porre! Chata mesmo! Problemática!!"
Sabe que foi até um alívio. Mais uma vez o mundo deu a volta e provou que eu não era a errada da história, como minha mãe fez questão de jogar na minha cara. Várias vezes. Viu, a complicada não era eu. Eram as duas. Julie e Ilana. As duas complicadas do meu coração.
Sinto saudade delas....
sexta-feira, 2 de abril de 2010
E em quanto a primaveira ressurge lá fora....
A vida aqui dentro do meu coração tá difícil. Bem difícil. Li no facebook alguém dizer que essa semana parecia interminável. Para mim ela está passando voando. E isso me incomoda. Me deixa triste. Hoje estou calma. Sim, bem mais calma do que Domingo ou segunda-feira passada. Acho que minhas lágrimas secaram de tanto que eu chorei. Exagero, ontem ainda chorei também. Elas não se foram completamente.
Estou mais calma. Acho que a maçã que minha mãe me obrigou a comprar (E A COMER) realmente fez efeito. "É um calmante natural!", diz minha conselheira perita em TODOS os assuntos. Ou pelo menos especialista no assunto "PROBLEMAS DE FILHA".
Mas o fim de semana está aí. Sexta, sábado e domingo para me acabar em lágrimas. Não quero nem pensar em como vai ser a minha segunda-feira. Não quero nem pensar como vai ser o resto da minha estadia aqui...
Minhas palavras pareceram não fazer sentido para certos ouvidos ontem à noite, mas só eu sei o que eu senti quando as disse... "Nada vai ter mais graça agora por aqui..."
Nem a primavera vai ser mais florida como antes...
.
.
.
.
Eu me surpreendo comigo mesma à cada aula de fotografia. Entrei no curso não botando fé alguma. Saí da segunda aula certa de que eu estava no lugar errado. Um peixe fora d´água. Dramática? Não. Sim. Quem sabe. Mas não é à toa. Não estava no meio de meros alunos. Estou no meio de profissionais. Fotógrafos que amam o que fazem e ganham a vida através das lentes de suas máquinas. E eu? Uma mera jornalista que gosta de fotografar e, mesmo sem ter técnica alguma, quis ir aprender a interpretar seus cliques. Blá blá blá. A verdade é que foi o curso mais interessante que me apareceu naquele momento. Tá, mas confesso que se tornou interessante ver como meus cliques diziam muito mais do que apenas "Xiiisss".
Se tornou ainda mais interessante ver que, apesar de estar no meio de profissionais, foi o meu trabalho que mais conseguiu atingir a proposta da aula. "Photography as PERSONAL LANGUAGE". Minhas fotos podem até não ter uma qualidade profissional, nem tão pouco a minha máquina ser profissional, mas a leitura, o momento escolhido, o modo escolhido, a sequencia formada foram essenciais para eu estabelecer a minha própria gramática sem letras, a minha narrativa sem palavras, o meu filme sem trilha sonora. Não, não estou me achando não! Todos esses foram comentários que recebi pelos alunos E PELO PROFESSOR, que por sinal não é qualquer pessoa não. Martin Fowler, um fotógrafo renomado, uma enciclopédia ambulante, um cara que conhece tudo e todos quando se trata de ARTE. Desde Sebastião Salgado (Braslieiro, por sinal), até Luis Golzales Palma. Incrível. Cada aula é uma lição de vida.
Na ultima aula aprendi que a persistência é a nossa melhor aliada. Além de ser convidada para fazer a aula de "Retrato" lecionada por ele, ainda me surpreendi ao saber que uma aluna tinha desistido do curso porque achava que não estava conseguindo se enquadrar no padrão do grupo, não estava conseguindo estabelecer sua linguagem através das fotografias. Quem é essa aluna?? Simplesmente uma fotógrafa profissional com estúdio em Downtown Minneapolis E QUE LECIONA na mesma faculdade em que estudo. Ela desistiu. Eu continuo criando minha gramática.
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Eu me queimo fudidamente enquanto faço brigadeiro caramelado para dar de presente para minha host family na Páscoa! Ninguém merece! A dor de uma queimadura já é foda, imagina então a dor causada por açúcar derretido??? Pois é, fui até a lua e voltei. Resultado 3 dedos queimados. SIM, TRES dedos!!! Isso porque corri (e atropelei o Zander)e coloquei a mão em água fria corrente. Na hora só me veio à mente, "E se Deus me livre isso tivesse pego no bebê??" Não gosto nem de pensar. Meu coração até parou na hora. Só de pensar na dor que ele ia sentir.... Aff.. Coisa ruim... Foi melhor mesmo eu tê-lo atropelado... kkkk
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Eu fico indignada com propagandas preconceituosas como essa daqui. Mas infelizmente isso não foge da realidade, o pensamento americano é preconceituoso. Principalmente dos homens em relação às mulheres brasileiras. Ridículo. Disgusting.
Estou mais calma. Acho que a maçã que minha mãe me obrigou a comprar (E A COMER) realmente fez efeito. "É um calmante natural!", diz minha conselheira perita em TODOS os assuntos. Ou pelo menos especialista no assunto "PROBLEMAS DE FILHA".
Mas o fim de semana está aí. Sexta, sábado e domingo para me acabar em lágrimas. Não quero nem pensar em como vai ser a minha segunda-feira. Não quero nem pensar como vai ser o resto da minha estadia aqui...
Minhas palavras pareceram não fazer sentido para certos ouvidos ontem à noite, mas só eu sei o que eu senti quando as disse... "Nada vai ter mais graça agora por aqui..."
Nem a primavera vai ser mais florida como antes...
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Eu me surpreendo comigo mesma à cada aula de fotografia. Entrei no curso não botando fé alguma. Saí da segunda aula certa de que eu estava no lugar errado. Um peixe fora d´água. Dramática? Não. Sim. Quem sabe. Mas não é à toa. Não estava no meio de meros alunos. Estou no meio de profissionais. Fotógrafos que amam o que fazem e ganham a vida através das lentes de suas máquinas. E eu? Uma mera jornalista que gosta de fotografar e, mesmo sem ter técnica alguma, quis ir aprender a interpretar seus cliques. Blá blá blá. A verdade é que foi o curso mais interessante que me apareceu naquele momento. Tá, mas confesso que se tornou interessante ver como meus cliques diziam muito mais do que apenas "Xiiisss".
Se tornou ainda mais interessante ver que, apesar de estar no meio de profissionais, foi o meu trabalho que mais conseguiu atingir a proposta da aula. "Photography as PERSONAL LANGUAGE". Minhas fotos podem até não ter uma qualidade profissional, nem tão pouco a minha máquina ser profissional, mas a leitura, o momento escolhido, o modo escolhido, a sequencia formada foram essenciais para eu estabelecer a minha própria gramática sem letras, a minha narrativa sem palavras, o meu filme sem trilha sonora. Não, não estou me achando não! Todos esses foram comentários que recebi pelos alunos E PELO PROFESSOR, que por sinal não é qualquer pessoa não. Martin Fowler, um fotógrafo renomado, uma enciclopédia ambulante, um cara que conhece tudo e todos quando se trata de ARTE. Desde Sebastião Salgado (Braslieiro, por sinal), até Luis Golzales Palma. Incrível. Cada aula é uma lição de vida.
Na ultima aula aprendi que a persistência é a nossa melhor aliada. Além de ser convidada para fazer a aula de "Retrato" lecionada por ele, ainda me surpreendi ao saber que uma aluna tinha desistido do curso porque achava que não estava conseguindo se enquadrar no padrão do grupo, não estava conseguindo estabelecer sua linguagem através das fotografias. Quem é essa aluna?? Simplesmente uma fotógrafa profissional com estúdio em Downtown Minneapolis E QUE LECIONA na mesma faculdade em que estudo. Ela desistiu. Eu continuo criando minha gramática.
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Eu me queimo fudidamente enquanto faço brigadeiro caramelado para dar de presente para minha host family na Páscoa! Ninguém merece! A dor de uma queimadura já é foda, imagina então a dor causada por açúcar derretido??? Pois é, fui até a lua e voltei. Resultado 3 dedos queimados. SIM, TRES dedos!!! Isso porque corri (e atropelei o Zander)e coloquei a mão em água fria corrente. Na hora só me veio à mente, "E se Deus me livre isso tivesse pego no bebê??" Não gosto nem de pensar. Meu coração até parou na hora. Só de pensar na dor que ele ia sentir.... Aff.. Coisa ruim... Foi melhor mesmo eu tê-lo atropelado... kkkk
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Eu fico indignada com propagandas preconceituosas como essa daqui. Mas infelizmente isso não foge da realidade, o pensamento americano é preconceituoso. Principalmente dos homens em relação às mulheres brasileiras. Ridículo. Disgusting.
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